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Posts tagged with "star wars"

fer1972:

Laugther behind the scenes via Join You In The Sun 

Return of the Jedi, directed by Richard Marquand - 30 years!
Released in May 25, 1983

Return of the Jedi, directed by Richard Marquand - 30 years!

Released in May 25, 1983

Apr 7

RANK EUA 14: Fim de semana assustador com Evil Dead e Jurassic Park

Remake de cult de terror dos anos 1980 arrecada dez vezes o valor total arrecadado pelo filme  original. Jurassic Park junta menos dinheiro, mas paga totalmente os custos da conversão em 3D.

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A Morte do Demônio ficou em primeiro lugar nas bilheterias dos Estados Unidos e Canadá com arrecadação de US$ 26 milhões, disparado o maior sucesso da série Evil Dead e 10ª estreia de um remake de horror (13ª considerando a estimativa de venda de ingressos). O filme custou US$ 17 milhões, valor equivalente das três produções anteriores juntas, e arrecadou de uma só vez a bilheteria acumulada de todos eles.

O resultado é dez vezes superior do que o total de US$ 2,4 milhões faturados pelo Evil Dead original. A produção de 1981 custou “míseros” 375 mil dólares e rendeu duas continuações: Uma Noite Alucinante 2 lançada em 1987 e Uma Noite Alucinante 3 que tem exatos 20 anos - também é conhecido como Army of Darkness. O segundo filme teve orçamento de US$ 3,6 milhões e arrecadou US$ 5,9 milhões; já o último episódio teve custo equivalente a $13 milhões e, mesmo com a aura cult de seus antecessores, não foi nada lucrativo com US$ 11,5 milhões. Considerando o reajuste da inflação, as respectivas bilheterias seriam de US$ 6,1, US$ 12,1 e US$ 22,3, todas em milhões de dólares.

A Morte do Demônio ainda se deu melhor do que O Segredo da Cabana, terror roteirizado e produzido por Joss Whedon. Lançado no ano passado, Cabana arrecadou US$ 14 milhões e encerrou circuito com US$ 42 milhões. Além de ter metade do custo, o novo Evil Dead deve ser mais rentável por ter uma marca já garantida ao longo das décadas. Porém, a morte rápida acomete o gênero, principalmente, os remakes de terror. São casos isolados filmes que arrecadam mais de US$ 70 milhões ainda mais numa onda crescente de refilmagens desnecessárias.

No entanto, com a benção de Sam Raimi e, apesar de todos os questionamentos que cercam esse tipo de produção, A Morte do Demônio mostrou as primeiras respostas nos trailers e seu resultado financeiro é somente o ápice de um marketing bem conduzido.

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Ranking EUA: O Hobbit faz jornada esperada no momento da Hora Mais Escura

Assim como Frodo, Bilbo Baggins também lidera ranking norte-americano pela segunda vez consecutiva, mas, no geral, a performance é irregular. Tom Cruise estreia bem à frente da nova comédia de Judd Apatow. Versão 3D de Monstros S.A., The Guilt Trip e Cirque du Soleil: Worlds Away obtêm resultados insatisfatórios. A Hora Mais Escura, Amour e O Impossível explode no circuito alternativo.

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Novamente em primeiro lugar, O Hobbit: Uma Jornada Inesperada arrecadou $36,7 milhões, mais do que o dobro do vice-líder Jack Reacher. Porém, este início de trilogia não está sendo tão contagiante quanto A Sociedade do Anel. O filme despencou 56% no interesse popular e, em dez dias, acumulou $149 milhões. Bom, mas inferior a As Duas Torres ($168 milhões) e O Retorno do Rei ($190 milhões). É claro que este O Hobbit não é uma continuação e, portanto, a comparação pode ser injusta.

Por outro lado, A Sociedade do Anel garantiria $181,9 milhões no reajuste inflacionário de sua renda, uma média (porcamente) estimada de 23 milhões de ingressos vendidos. Uma Jornada Inesperada dificilmente passou da marca de 20 milhões de espectadores já que cobra diversas faixas de valores no 2D e mais caras no 3D e IMAX. Porém, isso é uma suposição por meio de contas arbitrárias já que os estúdios não divulgam os ingressos vendidos, apenas a bilheteria em dinheiro.

Ainda que os Estados Unidos sofra com a crise econômica e a temporada de Natal afaste muitos espectadores dos cinemas, em relação à prequels, a adaptação de Tolkien está perdendo feio para a força de Star Wars e está meio distante de fazer novas conquistas.

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Ranking Brasil: Dia das Crianças alavanca bilheterias

Além de seis estreias chamativas, outros sete filmes que já estavam em cartaz tiveram grande aumento de público. Hotel Transilvânia ainda lidera.

Marcado por um feriado religioso, 12 de outubro é bem mais lembrado por ser o Dia das Crianças, uma data bastante comemorada por empresários que querem vender produtos e serviços e pelos pequenos que sonham em ganhar alguma coisa ou se divertir. Caindo numa sexta-feira o feriado se estende e, com uma ajudinha do frio, o circuito cinematográfico agradece.

Devido a esses aspectos, os cinemas tiveram no último fim de semana alta acima de 40% em relação ao fim de semana anterior. Mais de 2,1 milhões de espectadores compareceram aos cinemas, uma marca espetacular para o mês de Outubro, a segunda melhor de todos os tempos no mês perdendo apenas para o período em que estreou Tropa de Elite 2 em 2010. Naquele fim de semana, os filmes venderam mais de 2,2 milhões de ingressos. Por outro lado, a renda foi às alturas com quase $30 milhões arrecadados, resultado 120% maior se comparado ao mesmo fim de semana de 2011, embora o feriado tenha caído numa quarta-feira.

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AS DEZ MAIORES BILHETERIAS DO SCI-FI NO BRASIL

Como um dos visionários do cinema (senão o maior), o gênero da ficção-científica cria e explora mundos diferentes e inusitados. Também aborda a inevitabilidade da emancipação do conhecimento humano seja na filosofia, física, política, sociedade entre outros assuntos. Embora atribua muito do seu escopo à pura imaginação, seus temas nem sempre rendem os frutos desejados pelos estúdios que é uma gorda bilheteria.

No Brasil, uma boa parte dos filmes de sci-fi some com facilidade dos rankings semanais e, se não tiver um grande astro ou um grande diretor por trás, sua queda se torna ainda mais acentuada. Porém, diante do deslumbramento pelos efeitos especiais, por alucinantes sequências de ação e um humor boa praça, alguns se sobressaem conquistando um público cativo e gerando franquias bem sucedidas.

Com a saída de Homens de Preto 3 dos vinte filmes mais vistos no ranking brasileiro, o blog Arrasa-Quarteirão apresenta os dez sucessos do sci-fi que mais repercutiram entre milhões de espectadores brasileiros. Fica claro que faltam filmes clássicos e menos pipoca.

Apr 5

TOP 10 FEBRUARY 2012 - US BOX OFFICE

1. Para Sempre (The Vow)

2. Protegendo o Inimigo (Safe House)

3. Viagem 2: A Ilha Misteriosa (Journey 2: The Mysterious Island)

4. Poder Sem Limites (Chronicle)

5. A Mulher de Preto (The Woman in Black)

6. Star Wars: A Ameaça Fantasma (Star Wars: The Phantom Menace) 3D

7. Motoqueiro Fantasma: Espírito de Vingança (Ghost Rider: Spirit of Vengeance)

8. Guerra é Guerra (This Means War)

9. Act of Valor

10. Grande Milagre (Big Miracle)

"John Carter" sucumbe e perde chance de ser ícone do cinema

Problemático marketing da Disney ajudou custoso John Carter a perder foco deixando O Lorax permanecer à frente no ranking dos Estados Unidos.

Dominando a lista dos filmes mais rentáveis pela segunda vez, O Lorax arrecadou $39.1 milhões e se tornou a maior bilheteria do ano no mercado norte-americano com $121.9 milhões em caixa. A animação havia perdido o primeiro posto para  John Carter na sexta-feira ($9.6 milhões contra $9.8 milhões), mas retomou o topo nos dias posteriores ($17.6 milhões x $12.3 milhões, no sábado, e $11.9 milhões x $8.4 milhões, no domingo). Com apoio do 3D, O Lorax segue a previsão de arrecadar mais do que as duas adaptações anteriores do Dr. Seuss, O Gato e Horton e o Mundo dos Quem.

E quem se saiu muito mal foi John Carter. A primeira incursão da Pixar no mundo live-action conquistou $30.6 milhões, números inexpressivos diante do gigantesco custo de $250 milhões. Dirigido pelo oscariado Andrew Stanton (Procurando Nemo e Wall-E) e abusando dos recursos tecnológicos do 3D e do IMAX, o filme conseguiu atingir apenas a bilheteria de O Príncipe da Pérsia ($30 milhões) que sequer usufruiu de tais formatos, embora se tornasse também um fracasso retumbante da Disney em 2010, e considerando um reajuste de valores, está nivelado com A Máquina do Tempo ($22.6 milhões em 2002 que seriam $30.4 milhões atualmente). Assim, todos ficam abaixo de Invasão do Mundo: Batalha de Los Angeles ($35 milhões) produção de 2011 lançada no mesmo período de março.

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Mar 7

movieclipsdotcom:

You always wonder…

Oscar: uma cerimônia decepcionante

Há muitos anos, via o Oscar como o supra-sumo da credibilidade. Meu olhar inocente acreditava que os votantes eram justos e os filmes respeitados. Isso rapidamente foi quebrado na cerimônia de 1999 quando Shakespeare Apaixonado venceu sete prêmios dos quais três são questionáveis para não dizer inconvenientes.

Ao longo da última década, assisti a todos os eventos sempre com certo ceticismo, afinal a Academia ignorou muita coisa boa, vangloriou alguns com excesso de entusiasmo e teve coerência em outras ocasiões como no evento de 2008 quando o nível dos indicados era de ótimo a magnífico, ao menos para mim.

No entanto, o Oscar não consegue fazer aquilo ao qual se apega tanto: entretenimento. Em todos os anos em que parei “minha vida” para acompanha-lo na televisão, nunca tinha visto uma cerimônia tão aborrecida quanto a de 2011 e uma tão risível quanto a de 2012.

A produção resgatou Billy Crystal das profundezas lúgubres de Hollywood, ator que deixou de fazer filmes há muito tempo. Sua pequena ponta no ano passado trouxe alguma nostalgia e até frescor a uma apresentação apática e ridícula de Anne Hathaway e James Franco, mas quando lhe deram o papel de anfitrião de 2012 pareciam tê-lo feito a uma alma penada, sem graça e sem vida. Até o negativo de filme antigo pegando fogo daria mais calor à cerimônia do que ele.

Além disso, os discursos foram simples como sempre achávamos que deveriam ser (talvez), mas desprovidos de qualquer tipo de personalidade. Não teve um ‘fuck’, um grito, um pulo. Os vencedores recebiam, deixavam umas lágrimas escorrerem de emoção, agraciavam seus colegas, puxavam o saco dos acadêmicos e só. Ver Christopher Plummer vencendo como ator coadjuvante e a honraria a James Earl Jones, Oprah Winfrey e Dick Smith foram as únicas partes carregadas de entusiasmo, pois nem Meryl Streep conseguiu isso, apesar da genuína emoção de 17 indicações nas costas e uma vitória após 29 anos.

Porém, creio que me faltou sentimento de torcida. Como só assisti a três filmes indicados, não tive a quem recorrer. Qualquer vitória estava valendo, desde que não ocorresse um absurdo alucinante como o Gato de Botas bater Rango da disputa pela categoria de animação, por exemplo.

Olhando no relógio, achei que o evento estava sendo rápido demais e que era possível terminar com duas horas e meia; porém, as três horas são mesmo praxe para anunciantes então estava dentro do tempo. Enfim, acho que a aura derrocada da Kodak tomou conta do Kodak Theatre e das almas ali presentes.

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